Avenida eu

As luzes da cidade se apagam
das janelas dos seus olhos
O momento agora é nosso
íntimo.

O silêncio da rua das almas
convida a entrada no quarto
eu me perco em seus abraços
tímido.

Nas vielas do seu corpo
Procuro cura, farmácia, remédio
pra doença que se alastra, 
tédio

Em mim você se embriaga
nos bares das minhas calçadas
e antes que o dia se faça
vai correndo pro seu prédio.







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